segunda-feira, 26 de julho de 2010

Férias


O estado deste blog encontra-se pendente!

A razão é simples.....

Estou de fériassss!!!
Volto em Agosto

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Para quem acha que eu não sou romântica


Digo-vos que me fartei de chorar e rir neste fabuloso filme de animação...realmente mexeu comigo e aqueceu-me o coração......
Acho que é basicamente isto que todos nós, homens ou mulheres procuram num amor.....
*E a banda sonora? uiiii...

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Ainda sobre a Selecção!

Ontem vi numa reportagem que houve um energumeno(é assim que se escreve?) que foi ontem esperar a Selecção ao Aeroporto que chegou ás 6 da manhã.Ora este senhor podia ter ido lá demonstrar o seu apoio mas como bom Português que é o senhor levou consigo um Megafone e foi para lá gritar impropérios contra tudo e contra todos.E a mim deu-me urticária e da valente que só me apetecia era estar lá e pegar no Megafone e enfiá-lo pela goela do senhor adentro.

Entretanto no final da reportagem o jornalista desculpou esta atitude dizendo que era compreensivel porque a Selecção ficou aquém do esperado.

Aqui DISCORDO porque nunca ninguém deu nada por esta equipe nos jogos de apuramento dizendo que nem daí passávamos, depois que não passávamos até aos oitavos de final e quando fomos eliminados nos oitavos e viemos para casa apenas com um golo sofrido estavam todos á espera do quê? De ganhar o Mundial?! OH por Amor de Deus!!!!!

Vá lá até fizemos melhor do que se esperava.A culpa disto tudo foi da coreia que jogou mal como a m***da e que nos deu uma réstiia de esperança desmesurada.....

Tenham Juizooooooo....

quinta-feira, 1 de julho de 2010

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Não vivemos acima das nossa possibilidades

"Segundo um estudo realizado por sociólogos do ISCTE, vinte por cento dos portugueses estão abaixo do limiar de pobreza. Ou seja, não conseguem garantir o mínimo das necessidades familiares. Se não fossem as ajudas do Estado este número passaria para os 40%.
31% das famílias estão no escalão imediatamente acima do limiar de pobreza - ganham entre 379 e 799 euros. 21% não têm qualquer margem para qualquer despesa inesperada. 12% não conseguem comprar os medicamentos que precisam. Muitos deles, apesar de terem mais qualificações do que os seus pais, vivem pior do que eles. 35% vivem confrontadas com situações frequentes de escassez, o que inclui a impossibilidade de aquecer a casa ou de usufruir de baixas médicas para não perder rendimentos. 57% vivem com um orçamento familiar abaixo dos 900 euros.
Este povo pobre desconfia dos outros, desconfia do poder (70%), não está satisfeito com as suas condições de vida mas, extraordinariamente, considera-se feliz. Mais de um terço dos insatisfeitos diz que nada faz para mudar de emprego, 63% recusa a possibilidade de emigrar e apenas uma minoria diz que deseja voltar a estudar.
Este estudo diz-nos duas coisas.
A primeira é evidente para quem conheça o País: os portugueses não vivem acima das suas possibilidades. Vivem abaixo delas. Há uma minoria, isso sim, que garante para si a quase totalidade dos recursos públicos e privados. Somos, como se sabe, o País mais desigual da Europa. Temos dos gestores mais bem pagos e os trabalhadores que menos recebem. Somos desiguais na distribuição do salário, do conhecimento, da saúde, da justiça. E essa desigualdade é o nosso problema estrutural. É esse o nosso défice. Ele cria problemas económicos - deixando de fora do mercado interno uma imensa massa de pessoas -, orçamentais - deixando muitos excluídos dependentes do apoio do Estado -, sociais, culturais e políticos.
A segunda tem a ver com isto mesmo: a pobreza estrutural não leva à revolta. Dela não resulta exigência. Provoca desespero e resignação. Resignação com a sua própria vida, resignação com a desigualdade e resignação com a incompetência dos poderes públicos. A pobreza não apela ao risco. Não ajuda à acção. O atraso apenas promove o atraso.
Nos últimos 25 anos entraram em Portugal rios de fundos europeus. Aconteceu com eles o que aconteceu com todas as oportunidades que Portugal teve nos últimos séculos. Desde o ouro do Brasil, passando pelo condicionalismo industrial do Estado Novo e acabando nos fundos europeus, nos processos de privatização para amigos e no desperdício em obras públicas entregues a quem tem boas agendas de contactos, que temos uma elite económica que vive do dinheiro fácil, do orçamento público e da desigualdade na distribuição de recursos. Essa mesma que, em tempo de crise, o que pede é redução do salário e despedimento fácil.
Repito: os portugueses não vivem acima das suas possibilidades. Apenas vivem num País onde as possibilidades nunca lhes tocam à porta. O nosso problema é político. É o de uma economia parasitária de um Estado sequestrado por uma minoria que não inova, não produz e não distribui. De um Estado e de um tecido empresarial onde os actores se confundem. De um regime pouco democrático e nada igualitário. E de um povo que se habituou a viver assim. De tal forma resignado que aceita sem revolta que essa mesma elite lhe diga que ele, mesmo sendo pobre, tem mais do que devia. "
by-Daniel oliveira in-Antes pelo contrário Expresso


Oh! God Acabei de Descobrir que faço parte:
Dos tais 30% que está no escalão imediatamente acima do limiar da pobreza.
Dos 21% que não tem margem para qualquer despesa inesperada.
Mas não faço parte "de um povo que se habituou a viver assim. De tal forma resignado que aceita sem revolta que essa mesma elite lhe diga que ele, mesmo sendo pobre, tem mais do que devia."
Nunca!
Luto por melhorar, por crescer.Quero voltar a estuda e sei que o vou fazer, procuro novas formas de crescer profissionalmente e nunca me acomodo nem o quero fazer.Não acredito que estar efectiva numa empresa com 27,28 29 ou 30 é seguro e por isso não vale a pena procurar melhor ou arriscar para ter melhor.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Quote

“For beautiful eyes, look for the good in others; for beautiful lips, speak only words of kindness; and for poise, walk with the knowledge that you are never alone.”- Audrey Hepburn

Bons Velhos Tempos

Ainda me lembro de quendo era miuda e brincava na rua, andava de bicicleta, de patins, jogava á macaca, ao 31, ou ás escondidas.
Cresci na rua a sujar-me e a aleijar-me, e não me fez mal algum.
Quando já era adolescente adorava ir para a escola de barriga á mostra quer chovesse ou fizesse sol, nunca queria carregar com o casaco porque era um empecilho, o chapéu de chuva então nem se fala.
Lembro-me das Férias de Verão, de ficar acordada a brincar até mais tarde, de ir para as colónias de férias, de ir á praia o dia todo e não sair da água.De chegar a casa queimada pelo sol tomar um banho refrescante, jantar e ir comer um gelado ao café da vila.
Lembro-me de acordar cedissimo para ir para a praia e estar nublado e sentir um vento arrepiante mas que não nos assustava, e ainda se dizia que era nessas alturas em que o sol mais queimava....
Lembro-me de chegar a Agosto e já sonhar com o novo ano escolar, ficar em pulgas para ir buscar os livros novos e abri-los só para sentir o cheiro a papel novo.
Lembro-me de andar na preparatória e pensar que já era crescida o suficiente para ir para a escola a pé e não na carrinha que a minha avó pagava todos os meses e me ia buscar e levar a a casa.
Lembro-me de ter sempre mais amigos rapazes do que raparigas, de fazer concursos de "porrada" de jogar á bola e nunca andar de saia, a não ser que fossem as raparigas todas o que merecia pelo menos uma semana de preparação.
Lembro-me de querer crescer, de querer tirar a carta de condução, de ser adulta.
Hoje Lembrei-me disso tudo, e tenho saudades.
Saudades de ser criança, de ter sempre um sorriso na cara e os joelhos esfolados.De brincar na areia e mergulhar como os golfinhos.